Os rios também ardem

Influência de cinzas de Eucalyptus globulus e Quercus suber na regeneração de planárias (Dugesia gonocephala) e na sobrevivência de caracóis aquáticos (Potamopyrgus antipodarum)
Palavras-chave | Incêndios florestais, meio aquático, cinza, toxicidade

Cíntia Martins e Daniela Silva
Ano letivo 2019-2020 | Projeto de de 12º ano

Ao longo das últimas décadas, Portugal tem sido um dos países com maior incidência de fogos florestais na Europa. Os fogos florestais aumentam a poluição dos recursos hídricos a jusante e induzem também importantes alterações na qualidade ecológica da água, devido ao arrastamento por escorrência superficial de determinados elementos químicos das áreas ardidas para os cursos de água.

Estudou-se a influência das cinzas resultantes da queima de eucalipto e de sobreiro na regeneração da planária e na sobrevivência de um caracol de água. Ambos os organismos-teste são originários da Ribeira do Torgal, em São Luís, no concelho de Odemira. Os resultados obtidos indicam que ambos os tipos de cinza são letais para os dois organismos aquáticos, o que nos preocupa. De facto, a Ribeira do Torgal está na zona de influência de fogos florestais recentes e contém espécies animais protegidas, como é o caso do escalo-do-Mira, do cágado-de-carapaça-estriada ou de um mexilhão de água doce.

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