Atividades curriculares e extracurriculares integradas no conceito STEM

STEM, sigla que faz referência às quatro áreas do conhecimento, numa perspetiva interdisciplinar e de trabalho cooperativo, em todos os ciclos de ensino e, por vezes, envolvendo diferentes ciclos de ensino em articulação vertical.

S – Science (Ciência) T – Technology (Tecnologia) E – Engineering (Engenharia) M – Mathematics (Matemática)

STEM: O quê e como ensinar os nossos alunos?
Como preparar o futuro dos nossos alunos em currículos STEM – Science, Technology, Engineering and Mathematics –, os quais trazem, associados, inúmeros e incontáveis desafios?

As áreas STEM têm dado e vão dar que falar nos próximos anos. A formação futura dos nossos alunos deve passar por áreas STEM. Os novos trabalhos com algum interesse e futuro serão, essencialmente, os que resultarão dos curricula assentes no desenvolvimento das áreas STEM – Science, Technology, Engineering and Mathematics – e trazem, associados, inúmeros e incontáveis desafios. Que desafios?

Primeiro Desafio: O primeiro de todos os desafios é que talvez tenham de ser os mais velhos a preparar e ensinar, ou formar, os mais novos. Mas como fazer isto se os mais velhos poderão estar velhos demais para entrar nas tecnologias mais recentes e, sobretudo, sem grande capacidade para olhar as tecnologias se integradas com ciência, engenharia e matemática (talvez esta última a mais simples de integrar a um nível elementar).

Ou, como fazer isto considerando STE2M – Science, Technology, Engineering, Mathematics and Management – onde o último M será o de Management, uma vez que dificilmente se conseguirá antever um futuro na ciência, na engenharia ou na tecnologia sem apoio matemático, claro, mas igualmente sem apoio de management? Há um custo benefício associado a tudo, como há a liderança de uma equipa, para irmos das questões mais financeiras (lato senso) para as questões mais próximas dos soft skills (também lato senso), no sentido de justificar este último M.