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Mais prémios para jovens cientistas de Odemira

Mais uma vez a Escola Secundária de Odemira brilhou na 15ª Mostra Nacional de Ciência, referente ao 29º Concurso de Jovens Cientistas. O Clube Ciência Viva da escola apresentou sete projetos a concurso. Duas menções honrosas, dois prémios e duas participações internacionais foram as distinções obtidas pelos alunos de Odemira. O 4º PRÉMIO e participação na Semana Internacional de Investigação sobre a vida Selvagem, na Suíça foi para o projeto Potencial de Lemna minor e Callitriche stagnalis para a remoção de fosfomicina de águas residuais realizado por Catarina Santos, Joana Cardoso e Mariana Isabel Duarte. O prémio Porto Editora foi para o projeto Influência da vegetação das valas de drenagem na depuração de efluentes agrícolas, realizado por Carolina Serralha, Pedro Santos e Ricardo Alves. A participação na Feira Internacional de Ciência do Luxemburgo foi para o projeto Impacto da comunicação nas perceções sobre a menstruação em mulheres de diferentes idades e culturas, realizado por Carolina Coelho, Maria Nobre, Mariana Filipa Duarte.

Alunas premiadas com o 4º prémio e uma semana de Investigação da Vida Selvagem nos Alpes Suíços.

Olfato -o sentido que menos envelhece

A Elisabete Matos, a Inês Ventura e a Nicole Lourenço aplicaram testes de audição, olfato, tacto, paladar e visão a pessoas de diferentes idades para testar a sua hipótese: o olfato é o sentido que, nos humanos, se conserva mais apurado.

Influência de uma ETAR na qualidade biológica da água de um ribeiro

A Marly, o Eduardo e a Estela estudaram o impacte do efluente proveniente da ETAR da Zambujeira na qualidade ecológica do Barranco da Zambujeira. Recolheram água e amostras biológicas no barranco, a montante e a jusante da ETAR. No laboratório, fizeram análises químicas e biológicas e aplicaram os índices de qualidade disponíveis para o sul do país.

Ascosferiose em colmeias

A Diana e a Sara investigaram um tratamento natural para uma doença das abelhas, provocada por um fungo. Com a ajuda de uma investigadora do Instituto de Medicina Tropical de Lisboa, aprenderam técnicas de cultivo de fungos em laboratório e fizeram o isolamento do fungo patogénico a partir de uma larva doente. Testaram em seguida o efeito anti-micótico de vários óleos essenciais.

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Influência dos hábitos de atividade física na satisfação com a imagem corporal

O Jorge Oliveira, o Nelson Duarte e o Tiago Duarte estavam interessados em perceber se os alunos que praticam exercício físico estavam mais satisfeitos com a sua imagem corporal, independentemente das características físicas do seu organismo. Fizeram inquéritos e trataram estatisticamente os resultados. Com este trabalho conquistaram uma menção honrosa. Uma honra foi também poderem apresentar o seu trabalho ao Professor Mariano Gago, na primeira Mostra Nacional de Ciência.

Óleo de cravo-da-índia como anestésico de peixes

A Carla Silva, o Tobias Oliver e a Rute Jesus queriam verificar se o óleo de cravinho funciona como anestésico para o robalo e a dourada; este produto é natural, económico e sem riscos de toxicidade. Investigaram informação sobre diferentes anestésicos de peixes. Aprenderam metodologias de laboratório. Testaram diferentes concentrações de anestésico para duas espécies de peixes. Trataram estatisticamente os resultados e concluíram acerca da melhor concentração para anestesiar peixes com óleo de cravinho. Mostraram este seu projeto na 1ª Mostra Nacional de Ciência.

Efeito da música no desenvolvimento das plantas

O Daniel Guerreiro e a Sofia Costa investigaram acerca da influência da música no desenvolvimento das plantas. Arranjaram materiais para construir pequenas estufas no jardim da escola e montaram uma experiência controlada de crescimento de plantas ao som de diferentes tipos de música.

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Prémios internacionais

Temos sete prémios internacionais e mais de vinte prémios a nível nacional.

Duarte

O Duarte era divertido, quando começava a rir era para durar. E acabávamos todos a rir, apenas pelo contágio das gargalhadas dele. Também era destemido e habilidoso. Subia às árvores para pendurar cordas e armar toda uma panóplia de comodidades para o acampamento. Era um amigo leal e muito sincero.

Recordamos de forma particular uma noite em que acampámos na barragem de Santa Clara. O céu estava muito escuro, mas limpo. O Duarte sugeriu que nos deitássemos todos nas pedras quentes da rampa da barragem a contemplar as estrelas. Foi uma noite muito especial.