Amanita na horta

Ana Silva, Tiziana Vieira e Susana Santos

Este trabalho consistiu numa pesquisa para uma possível utilidade de cogumelos não comestíveis – Amanita phalloides e Amanita muscaria,nas hortas. Estudámos a toxicidade desses fungos para espécies indesejadas, como caracóis (Helix aspersa). Amanita muscarianão se revelou tóxica enquanto A. phalloides se revelou, embora com elevado tempo de atuação; concluímos que era inviável para aplicar como fitofármaco biológico. Esudámos ainda se estes fungos estabelecem micorrizas com Brassicaoleracea  (couve) e Lactuca sativa (alface), dado que nas experiências de toxicidade, as couves onde se aplicou Amanita apresentaram um maior crescimento que o lote controlo. A experiência posterior, realizada com alface e couve, confirmou tal facto. Pelas leituras feitas, considerámos o efeito de micorrização, mas as observações à lupa e ao MOC não confirmaram essa hipótese. Pode o facto de as plantas terem um maior crescimento ser explicado pela presença de um complexo mineral extra obtido através do extrato de Amanita?

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