Extremos térmicos como influenciadores das operações cerebrais em estudantes pré-universitários

Beatriz Silva, Catarina Guerreiro e Matilde Gonçalves

As salas de aula da nossa escola são muito frias no inverno e extremamente quentes no verão. A questão que esta situação nos colocou foi: a temperatura influencia as operações mentais que os estudantes normalmente utilizam para aprender ou quando são avaliados? Realizámos uma experiência na qual um grupo de alunos realizou testes de concentração, memória e raciocínio em diferentes temperaturas (conforto térmico, frio e calor). Os resultados mostram que os testes realizados em ambiente frio e quente tiveram resultados significativamente piores que os testes realizados em conforto térmico, pelos mesmos alunos. Uma das consequências desta situação é a desigualdade entre alunos que realizam os exames nacionais em salas a quase 400C e os alunos que realizam os mesmos exames em conforto térmico, em escolas com salas climatizadas.

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